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Sem tendência,anúncio de estímulos eEUA devem orientar Ibovespa
04/12/2012

04 de Dezembro de 2012 12h58
Paula Pereira

 

04/12 12:58 CMA (CMA)  Nr. 1316600160
(EMP,MEC)
BM&FBOVESPA:Sem tendência,anúncio de estímulos eEUA devem orientar Ibovespa
 
   São Paulo, 4 de dezembro de 2012 - O Ibovespa, principal índice da
BM&FBovespa, deve operar hoje sem tendência definida, orientado principalmente
pelos novos estímulos à economia, anunciados há pouco pelo ministro da
Fazenda Guido Mantega e pelas discussões em torno da resolução do abismo
fiscal nos Estados Unidos - conjunto de aumentos de impostos e cortes nos gastos
públicos previsto em lei e que deve entrar em vigor no início do ano que vem.
 
 
   "Apesar do novo pacote de estímulos o mercado está sem tendência tanto
aqui quanto lá fora e deve permanecer assim com influência também da
expectativa em torno da questão fiscal norte-americana. Há um deadline de
curto prazo para esse assunto e a definição entre democratas e republicanos
deverá sair em breve", explica Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ
Investimentos.
 
   Há pouco, o Ibovespa tinha alta de 0,27% aos 58.391 pontos. O giro
financeiro era de R$ 2,025 bilhões. No mercado futuro, o índice com vencimento
 em 12 de dezembro avançava 0,24% aos 58.480 pontos.
 
   O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou há pouco uma série de
estímulos para o setor de construção civil, como forma de incentivo. Mantega
anunciou a desoneração da folha de pagamento, a redução dos tributos do
Regime Especial de Tributação (RET) e o aumento do capital de giro, "para
baratear os custos", disse o ministro.
 
   Entre os papéis do setor, se destacavam entre as altas os da MRV (MRVE3;
4,84%, a R$ 12,34), Brookfield (BISA3; 4,39%, a R$ 3,56), PDG (PDGR3; 4,11%, a
R$ 3,29), Rossi (RSID3; 3,35%, a R$ 4,31), Gafisa (GFSA3; 3,16%, a R$ 4,57) e
Cyrela (CYRE3; 2,78%, a R$ 18,82).
 
   Apesar da alta das incorporadoras, a maioria dos papéis mais líquidos
recuava. Com exceção de Petrobras (PETR4; 0,10%, a R$ 19,02), as ações da
Vale (VALE5; -0,62%, a R$ 36,45) e do Itau Unibanco (ITUB4; -0,63%, a
R$ 32,79) registravam perdas.
 
 
    
 
    Paula Pereira / Agência CMA
 
    Edição: Eliane Leite
 
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O Ibovespa, principal índice da BM&FBovespa, deve operar hoje sem tendência definida,
orientado principalmente pelos novos estímulos à economia, anunciados há pouco pelo
ministro da Fazenda Guido Mantega e pelas discussões em torno da resolução do abismo
fiscal nos Estados Unidos - conjunto de aumentos de impostos e cortes nos gastos
públicos previsto em lei e que deve entrar em vigor no início do ano que vem.
 
"Apesar do novo pacote de estímulos o mercado está sem tendência tanto
aqui quanto lá fora e deve permanecer assim com influência também da
expectativa em torno da questão fiscal norte-americana. Há um deadline de
curto prazo para esse assunto e a definição entre democratas e republicanos
deverá sair em breve", explica Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ
Investimentos.
 
Há pouco, o Ibovespa tinha alta de 0,27% aos 58.391 pontos. O giro
financeiro era de R$ 2,025 bilhões. No mercado futuro, o índice com vencimento
em 12 de dezembro avançava 0,24% aos 58.480 pontos.
 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou há pouco uma série de
estímulos para o setor de construção civil, como forma de incentivo. Mantega
anunciou a desoneração da folha de pagamento, a redução dos tributos do
Regime Especial de Tributação (RET) e o aumento do capital de giro, "para
baratear os custos", disse o ministro.
 
Entre os papéis do setor, se destacavam entre as altas os da MRV (MRVE3;
4,84%, a R$ 12,34), Brookfield (BISA3; 4,39%, a R$ 3,56), PDG (PDGR3; 4,11%, a
R$ 3,29), Rossi (RSID3; 3,35%, a R$ 4,31), Gafisa (GFSA3; 3,16%, a R$ 4,57) e
Cyrela (CYRE3; 2,78%, a R$ 18,82).
 
Apesar da alta das incorporadoras, a maioria dos papéis mais líquidos
recuava. Com exceção de Petrobras (PETR4; 0,10%, a R$ 19,02), as ações da
Vale (VALE5; -0,62%, a R$ 36,45) e do Itau Unibanco (ITUB4; -0,63%, a
R$ 32,79) registravam perdas.

 

Fonte: Agência CMA

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