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Mercado seguirá otimista com proximidade de acordo nos EUA
19/12/2012

19 de Dezembro de 2012 12h47
Eduardo Puccioni

Um possível acordo sobre o "abismo fiscal" nos Estados Unidos influencia o
desempenho do Ibovespa, principal índice da BM&FBovespa, no pregão de hoje.
Para Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos, o mercado deve seguir com
otimismo hoje, encerrando com valorização. Há pouco, a bolsa brasileira subia 0,68%
aos 60.870 pontos. O volume financeiro do mercado era de R$ 2,6 bilhões. No
segmento futuro, o contrato de Ibovespa com vencimento em fevereiro avançava
0,45%, aos 61.350 pontos.

"Parece que a questão do 'abismo fiscal' está para ser solucionada nos
Estados Unidos. Estão perto de um acordo. Isso trouxe um otimismo maior aos
investidores", explicou o especialista da AZ Investimentos.
 
Entre as ações mais negociadas do mercado, o papel preferencial da
Petrobras (PETR4) tinha giro financeiro de R$ 262,8 milhões. O papel
apresentava, há pouco, valorização de 2,77% a R$ 20,73. A ação ordinária
da Petrobras (PETR3) tinha ganho de 2,74% a R$ 20,96. "Os papéis da Petrobras
estão refletindo um possível reajuste do combustível já no início de
2013", explicou Zeno.
 
O papel PNA da Vale (VALE5) apresentava movimentação financeira de R$
246,9 milhões, enquanto o papel preferencial do Grupo Pão de Açúcar (PCAR4)
tinha volume financeiro de R$ 112,6milhões. O papel da Vale recuava 0,31% a R$
40,87 e o do Pão de Açúcar desvalorizava 0,91% a R$ 92,05.
 
A mineradora Vale informou que sua subsidiária Vale International (ValeI),
na Suíça, resolveu a sua disputa tributária com as autoridades federais
suíças. O total a ser pago pela companhia é de US$ 231,4 milhões.
 
Nos Estados Unidos, as construções de imóveis residenciais caíram 3% em
novembro na comparação mensal, para 861 mil residências, de acordo com dados
anualizados divulgados hoje pelo Departamento de Comércio do país. Na
comparação com novembro de 2011, quando as construções somaram 708 mil
unidades pela taxa anualizada, houve alta de 21,6%. Economistas previam que as
construções de imóveis atingissem 875 mil unidades em novembro, ante número
inicialmente reportado de 894 mil em outubro. A estimativa para as permissões
de construção estava em 876 mil, ante as 868 mil originalmente divulgadas para
outubro.

 

Fonte: Agência CMA

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