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Petrobras decepciona e deve manter Ibovespa em queda
30/01/2013

30 de Janeiro de 2013 16h15
Paula Pereira

 

preço da gasolina e de 5,4% no do diesel anunciados ontem à noite pela
Petrobras, o mercado continua penalizando as ações da petroleira, pressionando
o Ibovespa, principal índice da BM&FBovespa, que deverá manter a queda até o
final do pregão, segundo Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos. "O
reajuste ficou aquém do esperado. Hoje temos a divulgação da política
monetária do Comitê Federal de  Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) às
17h15, mas nada deve se sobrepor aos fatores internos, com a queda da Petrobras
 mantendo o índice em campo negativo", diz Zeno.
 
   Há pouco, o Ibovespa recuava 0,98% aos 58.816 pontos. O giro financeiro era
de R$ 6,133 bilhões. No mercado futuro, o índice com vencimento em fevereiro
caía 1,02% aos 59.830 pontos. Com um giro de mais de R$ 1 bilhão, as ações
preferenciais da Petrobras (PETR4) recuavam 3,55% a R$ 18,43 e as ordinárias
(PETR3) 3,92% a R$ 18,58.
 
   As ações da Vale e das siderúrgicas que tiveram avanços de mais de 1% na
sessão anterior também colaboravam com a queda do índice. Segundo Zeno,
além do contágio da Petrobras sobre os principais papéis do índice, a
pressão de um reajuste sobre a inflação pode resultar num impedimento de
aumentos de preços de aço pelas siderúrgicas, que era esperado para esse
primeiro trimestre. "Essa queda pode ser efeito da preocupação com a
inflação e, além disso, o setor siderúrgico sofre com notícias ainda
recentes de rebaixamento de recomendação da Usiminas (semana passada) e de
possível compra da CSA pela CSN. No caso da Vale, a companhia vai apresentar
prejuízo no quarto trimestre, tudo isso colabora num dia como hoje para uma
queda", diz o sócio-diretor da AZ Investimentos.
 
   Há pouco, as ações preferenciais da Vale (VALE5) caíam 1,62% a R$ 37,51.
As da CSN (CSNA3) perdiam 2,83%, a R$ 10,96, seguidas pelas ordinárias da
Usiminas (USIM3; -2,55%, a R$ 11,05) e pelas preferenciais da Usiminas (USIM5;
-2,44%, a R$ 10,36).
 
    Paula Pereira / Agência CMA
 
    Edição: Eliane Leite
 
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Decepcionado com os reajustes de 6,6% no preço da gasolina e de 5,4% no do diesel
anunciados ontem à noite pela Petrobras, o mercado continua penalizando as ações da
petroleira, pressionando o Ibovespa, principal índice da BM&FBovespa, que deverá manter
a queda até o final do pregão, segundo Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos. "O
reajuste ficou aquém do esperado. Hoje temos a divulgação da política
monetária do Comitê Federal de  Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) às
17h15, mas nada deve se sobrepor aos fatores internos, com a queda da Petrobras
 mantendo o índice em campo negativo", diz Zeno.
 
Há pouco, o Ibovespa recuava 0,98% aos 58.816 pontos. O giro financeiro era
de R$ 6,133 bilhões. No mercado futuro, o índice com vencimento em fevereiro
caía 1,02% aos 59.830 pontos. Com um giro de mais de R$ 1 bilhão, as ações
preferenciais da Petrobras (PETR4) recuavam 3,55% a R$ 18,43 e as ordinárias
(PETR3) 3,92% a R$ 18,58.
 
As ações da Vale e das siderúrgicas que tiveram avanços de mais de 1% na
sessão anterior também colaboravam com a queda do índice. Segundo Zeno,
além do contágio da Petrobras sobre os principais papéis do índice, a
pressão de um reajuste sobre a inflação pode resultar num impedimento de
aumentos de preços de aço pelas siderúrgicas, que era esperado para esse
primeiro trimestre. "Essa queda pode ser efeito da preocupação com a
inflação e, além disso, o setor siderúrgico sofre com notícias ainda
recentes de rebaixamento de recomendação da Usiminas (semana passada) e de
possível compra da CSA pela CSN. No caso da Vale, a companhia vai apresentar
prejuízo no quarto trimestre, tudo isso colabora num dia como hoje para uma
queda", diz o sócio-diretor da AZ Investimentos.
 
Há pouco, as ações preferenciais da Vale (VALE5) caíam 1,62% a R$ 37,51.
As da CSN (CSNA3) perdiam 2,83%, a R$ 10,96, seguidas pelas ordinárias da
Usiminas (USIM3; -2,55%, a R$ 11,05) e pelas preferenciais da Usiminas (USIM5;
-2,44%, a R$ 10,36).

Fonte: Agência CMA

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