News - Briefing de Mercado

Cenário interno manterá Ibovespa sem tendência definida
19/02/2013

19 de Fevereiro de 2013 16h09
Eduardo Puccioni e Rodolfo Albiero

 

19/02 16:09 CMA (CMA)  Nr. 1315000254
(MEC)
BM&FBOVESPA: Cenário interno manterá Ibovespa sem tendência definida
 
   São Paulo, 19 de fevereiro de 2013 - O Ibovespa, principal índice da
BM&FBovespa, segue sem tendência definida para o fechamento do pregão de hoje.
Após operar em campo positivo a maior parte do pregão, o índice inverteu o
movimento, pressionado pela desvalorização dos papéis da OGX e dos grandes
bancos. Segundo Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos, o índice
está sem uma tendência, mas na maior parte do dia seguiu em alta, repercutindo
o bom indicador da zona do euro. Há pouco, o Ibovespa registrava queda de
0,42%, aos 57.372 pontos. O volume financeiro negociado era de R$ 4,8 bilhões.
No mercado futuro, o contrato de Ibovespa com vencimento em abril recuava 0,37%
aos 57.760 pontos.
 
   "O Ibovespa não tem uma tendência definida. O índice vem buscando um
patamar estável, após uma sequência de quedas recentes. Dados da zona do euro
estavam ajudando o Ibovespa hoje, além das altas nos mercados externos",
afirmou, pouco antes do mercado passar a cair, o sócio-diretor da AZ
Investimentos.
 
   Há pouco, a maior queda do Ibovespa era da ação ordinária da OGX
Petróleo (OGXP3), com retração de 3,92% a R$ 3,18. "As ações do Grupo EBX
vêm apresentando performance negativa. São empresas pré-operacionais e que
ainda não apresentaram bons resultados aos acionistas", disse Zeno. Lucas
Brendler, analista da Geração Futuro, compartilha da mesma opinião e diz que
"a confiança do investidor em relação ao Grupo EBX continua pesando, mas
não há nenhum fator operacional novo. Isso faz com que ações mais expostas
à volatilidade e com risco mais elevado sofram mais", afirma.
 
   As ações dos grande bancos, principalmente Bradesco e Itaú, apresentam
desvalorização no pregão de hoje da BM&FBovespa, após o presidente do Banco
Central (BC), Alexandre Tombini, declarar que, apesar da expectativa do mercado,
não haverá alta imediata da Selic (taxa básica de juros). Segundo Carlos
Daltozo, da BB Investimentos, "a declaração de Tombini afirmando que deverá
manter a Selic no patamar atual por um tempo maior está fazendo os investidores
venderam as ações, que subiram bem nos pregões recentes, esperando a alta da
Selic". As ações preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4) eram negociadas a
R$ 34,81, registrando desvalorização de 2,08%, ante o fechamento de ontem. A
ação da Itaúsa (ITSA4), holding que controla o banco, recuava 1,91%, a R$
10,22. A preferencial do Bradesco (BBDC4) tinha queda de 1,67%, cotada a R$
36,33.
 
   Também pressionando negativamente, a ação ordinária da JBS (JBSS3) cedia
3,75% a R$ 7,17, em função de seu envolvimento com a comercialização de
produtos processados com carne de cavalo na Europa. No mesmo movimento, o papel
preferencial da Eletropaulo (ELPL4) recuava 2,89% a R$ 13,06, após a Safra
Corretora divulgar relatório sobre a companhia, rebaixando o preço-alvo para
R$ 5,00.
 
   Impulsionando o Ibovespa, o papel PNA da Brakem (BRKM5) apresentava, há
pouco, valorização de 6,76% a R$ 14,84, enquanto a ação ordinária da BR
Foods (BRFS3) tinha elevação de 2,40% a R$ 42,22 e a ação ordinária da PDG
(PDGR3) avançava 2,31% a R$ 3,09.
 
   O índice calculado pelo instituto de pesquisas Zentrum für Europaische
Wirtschaftsforschung (Zew), que mede a confiança na economia dos países da
zona do euro entre os analistas financeiros e investidores institucionais, subiu
11,2 pontos em fevereiro, para 42,4 pontos, ante os 31,2 pontos de janeiro. O
índice que mostra a avaliação da atual situação econômica na região
mostrou leitura de -75,6 pontos, ou 0,3 ponto abaixo da leitura reportada em
janeiro.
 
   No mercado norte-americano, há pouco, o Dow Jones registrava alta de 0,35%
aos 14.031,22 pontos, enquanto o S&P 500 apresentava alta de 0,52% aos 1.527,77
pontos e o Nasdaq subia 2,13% aos 3.201,41 pontos.
 
    Eduardo Puccioni e Rodolfo Albiero / Agência CMA
 
    Edição: Laelya Longo
 
Copyright 2012 - Agência CMA
O Ibovespa, principal índice da BM&FBovespa, segue sem tendência definida para
o fechamento do pregão de hoje. Após operar em campo positivo a maior parte do
pregão, o índice inverteu o movimento, pressionado pela desvalorização dos papéis
da OGX e dos grandes bancos. Segundo Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos,
o índice está sem uma tendência, mas na maior parte do dia seguiu em alta, repercutindo
o bom indicador da zona do euro. Há pouco, o Ibovespa registrava queda de
0,42%, aos 57.372 pontos. O volume financeiro negociado era de R$ 4,8 bilhões.
No mercado futuro, o contrato de Ibovespa com vencimento em abril recuava 0,37%
aos 57.760 pontos.
 
"O Ibovespa não tem uma tendência definida. O índice vem buscando um
patamar estável, após uma sequência de quedas recentes. Dados da zona do euro
estavam ajudando o Ibovespa hoje, além das altas nos mercados externos",
afirmou, pouco antes do mercado passar a cair, o sócio-diretor da AZ
Investimentos.
 
Há pouco, a maior queda do Ibovespa era da ação ordinária da OGX
Petróleo (OGXP3), com retração de 3,92% a R$ 3,18. "As ações do Grupo EBX
vêm apresentando performance negativa. São empresas pré-operacionais e que
ainda não apresentaram bons resultados aos acionistas", disse Zeno. Lucas
Brendler, analista da Geração Futuro, compartilha da mesma opinião e diz que
"a confiança do investidor em relação ao Grupo EBX continua pesando, mas
não há nenhum fator operacional novo. Isso faz com que ações mais expostas
à volatilidade e com risco mais elevado sofram mais", afirma.
 
As ações dos grande bancos, principalmente Bradesco e Itaú, apresentam
desvalorização no pregão de hoje da BM&FBovespa, após o presidente do Banco
Central (BC), Alexandre Tombini, declarar que, apesar da expectativa do mercado,
não haverá alta imediata da Selic (taxa básica de juros). Segundo Carlos
Daltozo, da BB Investimentos, "a declaração de Tombini afirmando que deverá
manter a Selic no patamar atual por um tempo maior está fazendo os investidores
venderam as ações, que subiram bem nos pregões recentes, esperando a alta da
Selic". As ações preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4) eram negociadas a
R$ 34,81, registrando desvalorização de 2,08%, ante o fechamento de ontem. A
ação da Itaúsa (ITSA4), holding que controla o banco, recuava 1,91%, a R$
10,22. A preferencial do Bradesco (BBDC4) tinha queda de 1,67%, cotada a R$
36,33.
 
Também pressionando negativamente, a ação ordinária da JBS (JBSS3) cedia
3,75% a R$ 7,17, em função de seu envolvimento com a comercialização de
produtos processados com carne de cavalo na Europa. No mesmo movimento, o papel
preferencial da Eletropaulo (ELPL4) recuava 2,89% a R$ 13,06, após a Safra
Corretora divulgar relatório sobre a companhia, rebaixando o preço-alvo para
R$ 5,00.
 
Impulsionando o Ibovespa, o papel PNA da Brakem (BRKM5) apresentava, há
pouco, valorização de 6,76% a R$ 14,84, enquanto a ação ordinária da BR
Foods (BRFS3) tinha elevação de 2,40% a R$ 42,22 e a ação ordinária da PDG
(PDGR3) avançava 2,31% a R$ 3,09.
 
O índice calculado pelo instituto de pesquisas Zentrum für Europaische
Wirtschaftsforschung (Zew), que mede a confiança na economia dos países da
zona do euro entre os analistas financeiros e investidores institucionais, subiu
11,2 pontos em fevereiro, para 42,4 pontos, ante os 31,2 pontos de janeiro. O
índice que mostra a avaliação da atual situação econômica na região
mostrou leitura de -75,6 pontos, ou 0,3 ponto abaixo da leitura reportada em
janeiro.
 
No mercado norte-americano, há pouco, o Dow Jones registrava alta de 0,35%
aos 14.031,22 pontos, enquanto o S&P 500 apresentava alta de 0,52% aos 1.527,77
pontos e o Nasdaq subia 2,13% aos 3.201,41 pontos.

 

 

Fonte: Agência CMA

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