News - Briefing de Mercado

Apesar de elétricas, Ibovespa deve subir com Vale e exterior
20/03/2013

20 de Março de 2013 12h33
Paula Pereira

 

20/03 12:33 CMA (CMA)  Nr. 1318210169
(MEC)
BM&FBOVESPA: Apesar de elétricas, Ibovespa deve subir com Vale e exterior
 
   São Paulo, 20 de março de 2013 - Apesar da pressão negativa das ações
do setor elétrico, o Ibovespa, principal índice da BM&FBovespa, deve passar a
operar em alta, na sessão de hoje, influenciado pela recuperação das ações
da Vale e a melhora no humor externo em relação à situação financeira do
Chipre. Pela manhã, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou a
base para remuneração líquida na revisão tarifária da Companhia
Energética de Minas Gerais (Cemig), em R$ 5,11 bilhões, notícia que
repercutiu negativamente nas ações da empresa e contaminou os papéis do
setor.
 
   "Se não fosse essa notícia da Aneel, o Ibovespa poderia estar
acompanhando o mercado externo hoje. Estima-se que essa base para remuneração
gere perdas muito grandes para a Cemig, em torno de 24% do ebitda [lucro antes
de juros, impostos, depreciação e amortização]. A Vale vem de uma queda de
quase 4%, muito exagerada, e hoje recupera essas perdas, devendo favorecer uma
alta do Ibovespa", afirma Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos.
 
   Há pouco, o Ibovespa caía 0,39% a 56.140 pontos. O volume financeiro na
bolsa era de R$ 2,8 bilhões. No mercado futuro, o contrato do índice com
vencimento em abril caía 0,23% a 56.265 pontos. As ações da Cemig (CMIG4)
registravam a maior queda do índice recuando 12,28% ante o fechamento de ontem,
negociadas a R$ 22,63. Os papéis da  Light (LIGT3; -8,02%, a R$ 18,68), da
Eletrobras (ELET3; -3,84%, a R$ 6,51) e da CPFL (CPFE3; -3,47%, a R$ 20,27)
seguiam entre as maiores desvalorizações entre os que compõem o índice. No
sentido contrário, as ações preferenciais da Vale (VALE5) avançavam 1,45%, a
 R$ 32,86.
 
   No mercado externo, os índices operam em alta, animados pelas notícias de
que o parlamento do Chipre recusou a taxação de depósitos interbancários,
proposta pela Troika - Comissão Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo
Monetário Internacional (FMI) - para receber o resgate de 10 bilhões de euros,
somada à informação de que o Banco Central Europeu (BCE) irá fornecer
crédito emergencial para ajudar os bancos cipriotas.
 
   Há pouco, os principais índices do mercado de ações dos Estados Unidos
subiam, com o Dow Jones subindo 0,50%, aos 14.528 pontos, o Nasdaq Composto
ganhava 0,76%, aos 3.253 pontos, e o S&P 500 subia 0,58%, aos 1.557 pontos.
 
   Segundo Zeno, embora não sejam esperadas surpresas, o mercado também deve
voltar as atenções para ao discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o
banco central norte-americano), Ben Bernanke, a partir das 15h. "O mercado com
certeza vai monitorar essa decisão da política monetária do Fomc [Comitê
Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês] e depois o discurso do Bernanke,
mas já há certa expectativa de que a recuperação econômica continue
gradual nos Estados Unidos", diz Zeno.
 
    Paula Pereira / Agência CMA
 
    Edição: Laelya Longo
 
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Apesar da pressão negativa das ações do setor elétrico, o Ibovespa, principal
índice da BM&FBovespa, deve passar a operar em alta, na sessão de hoje,
influenciado pela recuperação das ações da Vale e a melhora no humor externo
em relação à situação financeira do Chipre. Pela manhã, a Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel) informou a base para remuneração líquida na revisão
tarifária da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), em R$ 5,11 bilhões,
notícia que repercutiu negativamente nas ações da empresa e contaminou os
papéis do setor.
 
"Se não fosse essa notícia da Aneel, o Ibovespa poderia estar
acompanhando o mercado externo hoje. Estima-se que essa base para remuneração
gere perdas muito grandes para a Cemig, em torno de 24% do ebitda [lucro antes
de juros, impostos, depreciação e amortização]. A Vale vem de uma queda de
quase 4%, muito exagerada, e hoje recupera essas perdas, devendo favorecer uma
alta do Ibovespa", afirma Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos.
 
Há pouco, o Ibovespa caía 0,39% a 56.140 pontos. O volume financeiro na
bolsa era de R$ 2,8 bilhões. No mercado futuro, o contrato do índice com
vencimento em abril caía 0,23% a 56.265 pontos. As ações da Cemig (CMIG4)
registravam a maior queda do índice recuando 12,28% ante o fechamento de ontem,
negociadas a R$ 22,63. Os papéis da  Light (LIGT3; -8,02%, a R$ 18,68), da
Eletrobras (ELET3; -3,84%, a R$ 6,51) e da CPFL (CPFE3; -3,47%, a R$ 20,27)
seguiam entre as maiores desvalorizações entre os que compõem o índice. No
sentido contrário, as ações preferenciais da Vale (VALE5) avançavam 1,45%, a
R$ 32,86.
 
No mercado externo, os índices operam em alta, animados pelas notícias de
que o parlamento do Chipre recusou a taxação de depósitos interbancários,
proposta pela Troika - Comissão Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo
Monetário Internacional (FMI) - para receber o resgate de 10 bilhões de euros,
somada à informação de que o Banco Central Europeu (BCE) irá fornecer
crédito emergencial para ajudar os bancos cipriotas.
 
Há pouco, os principais índices do mercado de ações dos Estados Unidos
subiam, com o Dow Jones subindo 0,50%, aos 14.528 pontos, o Nasdaq Composto
ganhava 0,76%, aos 3.253 pontos, e o S&P 500 subia 0,58%, aos 1.557 pontos.
 
Segundo Zeno, embora não sejam esperadas surpresas, o mercado também deve
voltar as atenções para ao discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o
banco central norte-americano), Ben Bernanke, a partir das 15h. "O mercado com
certeza vai monitorar essa decisão da política monetária do Fomc [Comitê
Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês] e depois o discurso do Bernanke,
mas já há certa expectativa de que a recuperação econômica continue
gradual nos Estados Unidos", diz Zeno.

 

Fonte: Agência CMA

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