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Dólar firma queda e opera cotado a R$ 3,11; Bolsa sobe com bancos após dois pregões negativos
19/06/2015

16 de Junho de 2015 09h31
Rennan Setti

Divisa americana subiu nos últimos dois dias de negociações devido à situação da Grécia.

Após abrir operando perto da estabilidade nesta terça-feira, o dólar comercial perdeu força e agora cai. Nos últimos dois dias de negociações, a divisa subiu por causa das incertezas quanto ao futuro da Grécia na zona do euro. A moeda americana registra desvalorização de 0,47% frente ao real, cotada a R$ 3,111 para compra e a R$ 3,113 para venda.

No mercado internacional, porém, a divisa sobe contra dez das 16 principais moedas do mundo, enquanto o índice Dollar Spot — que mede sua força contra as dez divisas mais importantes — avança 0,15%.

Já a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), depois de cair nos últimos dois pregões, hoje opera em alta, com o índice de referência Ibovespa subindo 0,62%, aos 53.478 pontos. Entre as ações, as Bolsas europeias têm mais um dia de queda. O índice de referência Euro Stoxx cai 0,14%, enquanto a Bolsa de Londres recua 0,29%. Em Frankfurt, a baixa é de 0,10%.

Entre os papéis brasileiros, puxam o Ibovespa as ações dos bancos, que vêm de uma sequência de quedas. O Banco do Brasil, que aprovou hoje quatro mudanças em sua diretoria, sobe 2,53%. O Bradesco avança 1,48%, enquanto o Itaú Unibanco tem alta de 1,88%. Já o Santander sobe 2,10%.

Na outra ponta do pregão, a Vale cai 2,65% (ON, com direito a voto) e 2,57% (PN, sem voto). O desempenho acompanha o movimento do minério de ferro, que recua pelo terceiro dia no mercado internacional. Hoje, o recuo é de 2,09% no preço da tonelada, a US$ 62,91. A Petrobras, por sua vez, tem desempenho tímido, com a ação ON caindo 0,21%, e a PN operando estável.

— A Bolsa só sobe graças à correção do desempenho dos bancos, depois das baixas que tiveram. Os investidores estão olhando mesmo hoje o cenário político, como as votações no Congresso das mudanças no fator previdenciário e da desoneração da folha de pagamentos. Também estão no radar os rumores de que o governo estaria avaliando rever a meta do superávit primário — afirmou Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos.

Fonte: O Globo

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